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Educação está cada ano mais inserida nos festivais do Folclore - Festival do Folclore - Olímpia-SP
Educação está cada ano mais inserida nos festivais do Folclore
05/08/2015

Seja na elaboração de pequenas obras de arte na forma de “mimos” ou broches para os professores e colaboradores da Educação no festival, seja na coreografia de abertura da festa, seja na coordenação do Mini Festival, ou nas brincadeiras tradicionais infantis, ou mesmo no ensino do Folclore aos alunos ainda na tenra infância, a Secretaria da Educação da Estância Turística de Olímpia torna-se a cada ano mais imprescindível à realização dos festivais do Folclore em Olímpia.

Para tanto, a Secretária Eliana Bertoncello Monteiro conta com uma equipe de professores e colaboradores entusiastas do evento e prontos para encarar os desafios enfrentados para, a cada ano, serem mais criativos e originais na arte em miniaturas que fazem em conjunto com os alunos, ou nas atividades que elaboram, coordenam e executam.

“Nós trabalhamos durante todo o semestre nestas atividades. Nós acreditamos que a perpetuação do Festival depende do trabalho educacional, porque o professor Sant’anna trabalhou assim, foi dessa forma que ele conseguiu fazer com que o Festival crescesse, se tornasse o maior evento do país nesse intuito de manter essa tradição popular”, acentua Eliana Monteiro.

Como resultado desta dedicação destacam-se, por exemplo, os aproximadamente 500 broches feitos para serem usados pela equipe da Educação, por autoridades e visitantes ilustres, durante todo o festival. Além destes adereços individuais, as escolas trabalharam na confecção de diferentes “mimos” que, depois, juntados em um só recipiente, formarão a chamada “prenda”, para distribuição a visitantes, autoridades, grupos presentes, como já é feito ao longo dos últimos cinco anos.

“A ‘prenda’, no caso do Fefol, será distribuída para que aqueles que a receberem possam ter uma lembrança da nossa festa”, pontua Eliana.


CAFÉ FOLCLÓRICO

É de responsabilidade também da Educação a realização, na quinta-feira do Festival, dia 13, do “Café Folclórico”, no Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”, a partir das 16 horas. Ali são entregues para cada grupo participante a “prenda”, bem como, também, para aqueles que queiram ter uma noção do que é o nosso Festival do Folclore.

“Esses trabalhos são realizados durante o primeiro semestre, quando nós temos a preocupação de desenvolver atividades relacionadas ao Folclore, para que essas atividades não tenham um caráter pontual, de atender o Festival na época da realização e depois cair no esquecimento”, observa a Secretária de Educação.

“Nós procuramos, dentro das nossas limitações, seguir o professor Sant’anna e preservar, com as nossas crianças, o espirito que mantem o Festival do Folclore. Trabalhamos durante todo um semestre, as crianças são preparadas, cada uma, respeitada a faixa etária, tem sua atividade”, explica.

 

MINI FESTIVAL

O envolvimento das escolas é muito grande, atesta Eliana Monteiro. Elas têm responsabilidade também quanto às danças que são apresentadas no Mini Festival com alunos do Fundamental, no período da tarde, no Pavilhão Cultural do Recinto. “A população está convidada para ver o trabalho que é feito nas nossas escolas”, conclama.

Na ocasião do Mini Festival, as crianças fazem suas apresentações conforme a dança dos grupos de adultos visitantes programado. “É um momento de integração com as nossas crianças, é um momento muito bom, porque elas se unem e dançam juntos e isso é uma experiência muito boa para todos nós”.

Estas atividades são realizadas sempre a partir das 14 horas, de segunda a quinta-feira. Na segunda-feira, 10, no período da manhã, a partir das 8 e até às 12 horas, serão feitas apresentações das danças da Educação Infantil (crianças de 4 e 5 anos).

 

BRINCADEIRAS TRADICIONAIS INFANTIS E FOLCLORANÇA

Também é atribuição da Educação a coordenação das Brincadeiras Tradicionais Infantis, que conta como trabalho escolar dos professores de Educação Física. Trata-se de uma atividade de preservação das nossas brincadeiras. Os professores de Educação Física permanecem na Arena do Recinto ministrando brincadeiras com crianças da Rede de Ensino ou não.

Já a chamada Folclorança é responsabilidade específica da Escola Santo Seno, atividade desenvolvida também no Recinto. As professoras ensinam, sejam alunos da Rede Municipal de Olímpia, sejam alunos visitantes, a confeccionar os brinquedos tradicionais, como o “bito” (cinco pequeninos “travesseiros” recheados com arroz, geralmente para jogar em dupla), a peteca, etc.

“Temos essa responsabilidade de incentivar as crianças a confeccionarem seus brinquedos porque essa foi uma tradição que atingiu até gerações bem próximas, mas que se nós não cuidarmos da sua preservação eles tendem a desaparecer pela facilidade de aquisição de brinquedos. As crianças precisam saber o que é o ‘bito’, a peteca e os brinquedos que nós confeccionamos”, completa Eliana Monteiro.

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