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JOSÉ SANT’ANNA – O CRIADOR (Parte II) - Festival do Folclore - Olímpia-SP
JOSÉ SANT’ANNA – O CRIADOR (Parte II)
23/05/2014

Em 1966, criou o Departamento de Folclore de Olímpia, constituído de professores de estabelecimentos de ensino médio. Chega ao Museu de Folclore do Ibirapuera (São Paulo) onde existiu uma secção especial para o Folclore de Olímpia. No ano de 1967 integrou a Comissão Estadual de Folclore e Artesanato.

Produziu o I compacto-duplo “Olímpia e seu Folclore Musical” contendo musicas coletadas por ele na cidade de Olímpia e interpretada por cantadores e grupos folclóricos de nossa cidade. Posteriormente, no ano de 1970, o profº Sant´anna dirige e lança o II Compacto-duplo.

Amigo da erudita professora, cantora, apresentadora e estudiosa do folclore Inezita Barroso, ajudou-a na seleção e organização de vários dos seus diversos discos. Poucos sabem que a dupla Tonico e Tinoco contou com a colaboração do Prof. Sant’anna, em relação à música caipira. O mesmo se deu em relação a Sérgio Reis, Almir Sater e outros nomes do gênero musical.

Sant’anna também é autor da letra do Hino a Olímpia, com música do também professor e maestro Jônatas Manzolli.

Criou também o logotipo do Festival do Folclore de Olímpia (1970), criou e instalou o Museu de História e Folclore (1973), criou o brasão e a bandeira de Olímpia que foram  (1977), foi empossado vereador de Olímpia em 1984, exercendo assim diversos mandatos no legislativo e foi o primeiro Secretário de Cultura, Esportes, Turismo e Lazer do município.

Sant’anna também conseguiu junto à administração do Município, a instalação da Casa de Cultura. Aliado à Wilson Zangirolami, então chefe do poder executivo, fizeram surgir a Praça de Atividades Folclóricas.

Conversando com o povo, descobria e anotava tudo que interessava à Folclorística, tudo isso com muita perícia e paciência. Dessa incansável ação surgiram variados ensaios, folhetins e livros, todos publicados na cidade de Olímpia.

Ao pesquisar o folclore brasileiro, percorreu inúmeras cidades do Brasil, ressaltando-se que de várias delas era cidadão honorário, e, bem assim, possuinte de muitos troféus, medalhas e comendas.

Era e ainda é muito querido por todos os habitantes da “Capital do Folclore” e por todos os amantes do folclore espalhado por todo o Brasil.

São enfim, inumeráveis os seus prodígios, êxitos e vitórias.

Desde 1999, não podemos mais ouvir a voz do Prof. Sant’anna, mas o diálogo ainda é possível, pois conhecemos algo do seu modo de pensar, de agir e reagir, de sentir.

Com a proximidade do 50º Festival do Folclore de Olímpia, esta saudade, e as lembranças aumentam e nos fazem lembrar de versos de Carlos Drummond de Andrade, no poema  “José”.

“E agora José?

A festa acabou,

A luz apagou,

O povo sumiu,

A noite esfriou,

E agora, José?”

José Sant’ana está eternizado em sua biblioteca, em seu festival, em seu Museu e acima de tudo em suas pesquisas, pois era amigo de inúmeros amigos.

Contudo, o pensamento de Pedro Brasil Bandecchi, amolda-se à vida do Professor Sant’anna com perfeição.

“Admiro a obra que fizeste, mas dou mais valor à coragem de fazê-la”.

  

Cristian Daniel Assis

Diretor do Museu de História e Folclore “Maria Olímpia” e

Delegado Nacional de Cultura

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