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Comemorações do 50º Festival do Folclore: O NASCER DO FESTIVAL - Festival do Folclore - Olímpia-SP
Comemorações do 50º Festival do Folclore: O NASCER DO FESTIVAL
23/04/2014

Imagina-se que os fatores que mais contribuíram para que José Sant’anna se tornasse folclorista foi, o gosto pelo estudo de idiomas, a tendência vocacional para a música, a formação religiosa e, o local onde viveu desde menino até parte da adolescência, um pequeno núcleo urbano com características rurais, onde o folclore era como algo vivo e dominante.

Como o próprio professor José Sant’anna contou em 1971, desde os tempos do extinto Colégio Olímpia, em 1957, pensava-se em criar em nossa cidade algo que pudesse proteger e divulgar o folclore de nossa região. Começaram então, com uma série de palestras e a coleta de objetos para montar uma exposição. No ano seguinte, acrescentaram-se algumas pesquisas de campo e uma exposição nas vitrinas da loja “A Triunfal Modas”. Em 1959 a exposição foi para a “Camisaria das Fábricas”.

Nos anos de 1960, 1961, 1962 e 1963 a exposição foi montada internamente no referido Colégio Olímpia. Posteriormente, em 1964, a exposição, bem mais elaborada e ampliada, foi levada novamente ao público, sendo instalada na Exposição de Móveis Bandeirantes.

Em 1965 todas as atividades desenvolvidas até então foram enriquecidas e o folclore foi levado ás ruas, realizou-se o 1º Festival de Folclore (de 29 a 31 de agosto),  com a ajuda dos professores do então Colégio Estadual e Escola Normal “Capitão Narciso Bertolino”.

A exposição foi montada nas dependências da antiga “Taba do Carajá”, bem no centro da cidade, onde foi apresentado um belo festival de músicas folclóricas, com participação da cantora Ely Camargo, notável intérprete das canções brasileiras e encerrando com um magnífico desfile.

Logo após o 1º Festival o professor José Sant’anna travou conhecimento com o Dr. Rossini Tavares de Lima e com a Profª Laura Della Mônica, ilustres folcloristas, tornando-se a seguir, membro efetivo da Associação Brasileira de Folclore.

Ainda em 1965, no dia 17 de agosto, o governo federal baixou o decreto instituindo o “22 de agosto” como o “Dia do Folclore”.

E assim, com a criação do Festival de Folclore de Olímpia, foram cultivadas em todos nós as tradições dos usos e costumes do povo, em incrível esforço de larga expressão cultural, tanto que a cidade “Menina-Moça” lograria mais tarde, com muita justiça, a denominação de “Capital Paulista do Folclore”. Dessa forma, este festival que teve seu início sob grandes dificuldades e desafios, cumpriu o papel de preservação e incentivo da cultura tradicional, avançou, evoluiu. Prestes a completar 50 anos, cabe a todos nós, preservar e propagar o folclore e a cultura popular, não esquecendo de José Sant’anna, que á frente desse projeto, conseguiu vencer todas as intempéries  e colocar em lugar de destaque nossa Olímpia, hoje transformada em “Capital do Folclore”.

 

Cristian Daniel Assis

Diretor do Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”

 Delegado Nacional de Cultura

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