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Diário da Região destaca que Festival foi revitalizado e êxito da 47ª edição em nova data - Festival do Folclore - Olímpia-SP
Diário da Região destaca que Festival foi revitalizado e êxito da 47ª edição em nova data
31/07/2011

Jornal ainda fixou o evento no calendário
turístico da região


Grupo do Rio Grande do Norte na Peregrinação folclórica de sábado...

Reportagem do Diário da Região, de Rio Preto, do último domingo (31), estampa com destaque que “Olímpia comemora sucesso da 47ª edição de seu festival de folclore”. A repórter Daniela Fenti assinala, em seu primeiro parágrafo que, “mais do que revitalizar o Festival do Folclore de Olímpia (Fefol), o êxito da 47ª edição fixa uma nova data no calendário artístico da região de Rio Preto. Em anos anteriores, as apresentações ocorriam em agosto. Desta vez, foram antecipadas para o mês de recesso escolar, quando a cidade de 50 mil habitantes recebe 5 mil turistas por conta do complexo de águas quentes naturais Thermas dos Laranjais”.

A reportagem assinala que, “segundo o secretário municipal de Cultura, Esportes, Turismo e Lazer, Beto Puttini, o evento superou as expectativas, devido à mudança de período, às melhorias na infraestrutura, como a cobertura das arquibancadas, e à inserção de shows musicais, com Jair Rodrigues e Sá e Guarabyra”.

“Vamos manter o festival nas duas últimas semanas de julho. Fizemos uma pesquisa de campo e descobrimos que 98% dos espectadores de fora aprovaram a iniciativa e devem voltar em 2012 trazendo parentes e amigos”, celebra. Somente na abertura, no dia 23, cerca de 17 mil pessoas lotaram a Praça de Atividades Folclóricas “Professor José Sant’anna”, também conhecida como Recinto do Folclore, que completa 25 anos em 2011. Na segunda-feira, que é o dia de menor procura do público, 3,5 mil pessoas conferiram a programação.

A estimativa inicial era de que 100 mil pessoas passassem pelo local em nove dias. Agora, acredita-que que esse número chegue a 150 mil. O encerramento da festa será hoje, a partir das 9 horas. Todos os grupos folclóricos e parafolclóricos que estão no município e outros que chegam de última hora devem fazer performances pelas ruas.

O ponto de partida é a avenida Aurora Forti Neves, no cruzamento com a rua Coronel José Medeiros, em frente à Câmara de Olímpia. De lá, eles seguem cerca de 500 metros em direção à rua Floriano Peixoto. De acordo com o presidente da comissão organizadora, Paulo Duarte Ferreira, foram providenciados mais de 20 mil sacos de água potável para que a população possa fugir do calor enquanto acompanha a confraternização. A segurança fica por conta da Polícia Militar.

Por volta das 19 horas, é realizada a cerimônia oficial, no recinto. Também haverá espetáculos de dança popular, além de discursos de autoridades, arreamento das bandeiras e show pirotécnico. Sem contar as barracas de artesanato e comidas típicas e o parque de diversões.

Ao todo, participaram da grade cerca de 80 grupos dos estados de Rio Grande do Norte (o homenageado deste ano), Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e, claro, São Paulo.

Um dos destaques foi o Grupo Folclórico Pastoril Dona Joaquina, de São Gonçalo do Amarante (RN), que marcou presença pelo quarto ano consecutivo e foi o homenageado no material de divulgação do festival. Alex Ivanovich, 52 anos, representa a quarta geração de sua família a preservar tradições regionais.

Ele conta que o pastoril era um costume religioso que foi introduzido no Nordeste pelos ibéricos. Mas, ao chegar às terras brasileiras, ganhou uma versão profana, que é apresentada em Olímpia. Diante da plateia, Ivanovich torna-se o palhaço Xapuleta, responsável por cuidar das pastorinhas do cordão encarnado e do cordão azul.

“O folclore potiguar estava adormecido. Graças a oportunidades como essa, vemos ressurgir brincadeiras populares”, diz. Ano a ano, o coletivo, hoje com 30 integrantes, é alojado na escola Capitão Narciso Bertolino. Eles já se sentem em casa e compartilham suas experiências com os alunos anfitriões e com artistas de outras regiões do País. O artista também aprova o aumento no interesse da plateia. “Antes, meia dúzia de gatos pingados se espalhavam pelo recinto no meio da semana. Agora, vemos a plateia sempre cheia”, completa.

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