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47º Festival do Folclore terá muitas novidades - Festival do Folclore - Olímpia-SP
47º Festival do Folclore terá muitas novidades
30/06/2011

Governadora do RN, Estado homenageado, sinaliza que virá


Secretário Beto Puttini e coordenadora Cidinha Manzoli

“Está quase tudo pronto para um dos maiores, e melhores, Festivais de Folclore que Olímpia já teve em suas 46 edições anteriores” – a afirmação foi dita, praticamente com as mesmas palavras, tanto pelo secretário de Cultura, Turismo, Esportes e Lazer da cidade, Beto Puttini, quanto pela coordenadora dos Festivais, Cidinha Manzolli. E não é para menos: pela primeira vez na história do Fefol tem dinheiro em conta bancária e, o principal, há 99% de  confirmação dos grupos folclóricos e parafolclóricos.

 O Estado homenageado, Rio Grande do Norte trará 7 grupos, inclusive o que ilustra cartaz, capa da revista e convite, o Grupo Pastoril Dona Joaquina, sem contar a formação de um só pavilhão – o Pavilhão do Rio Grande do Norte, inédito na festa, para abrigar quatro carretas de artesanato, comida típica e muitas surpresas. E, ainda está pendente de confirmação, a presença da governadora Rosalba Ciarlini Rosado,do RN.

Prevendo a dimensão do 47º Fefol, de 23 a 31 de julho, o Parque de Diversões já está enviando carretas com brinquedos e, neste ano, com novidades, inclusive chegou primeiro a enorme Montanha Russa que começa a ser montada.

“Está tudo pronto. Na ponta da agulha. Estamos fechando a programação oficial nesta semana. Como todos os anos, há muitas novidades”, assinala Cidinha Manzolli. Segundo ela, “não conseguimos captar todo o recurso necessário, mas o que conseguimos foi pelo ProAc (Programa de Apoio Cultural, da Secretaria de Estado da Cultura)”. Segundo ela, “pela primeira vez, estamos iniciando o Festival com dinheiro em caixa, em conta bancária. Graças ao prestígio do prefeito, ao trabalho que fizemos no projeto, em parceria com a Usina Guarani, em captação de ICMS, está indo bem”.

O ProAc tem duas linhas de atuação: a escolhida pela Comissão do 47º Fefol foi promover o incentivo fiscal (ICMS), ou seja, do apoio por meio de patrocí­nio de contribuintes habilitados do ICMS a projetos previamente aprovados pela Secretaria de Estado da Cultura.

ProAc: R$ 250 mil
Segundo o secretário Puttini, “este ano, através do ProAc já foi arrecadado R$ 250 mil, fato que nunca existiu, nunca aconteceu, na história do Festival de Folclore de Olímpia”. Ele explica que o Fefol tem três fontes de renda: “a primeira é a venda e locação de espaços no Recinto. A segunda são os projetos que são apresentados e, neste ano, vingou o ProAc (Programa de Apoio Cultural), incentivo via ICMS e através da Usina Guarani este ano. E a terceira fonte é o repasse de R$ 100 mil que a prefeitura faz para a Associação de Defesa do Folclore”.

Devido ao ano eleitoral, deputados que saíram e outros que entraram (e que não podem apresentar emendas para o Festival este ano), não houve nenhum repasse para o evento dos parlamentares. “Há promessas dos deputados federais Tiririca (SP) e do Roberto Freire (PE), de R$ 150 mil cada, mas para o ano que vem”, assinala o secretário.

110 MIL TURISTAS NA MIRA
“A expectativa está além do esperado, a iniciativa do prefeito em  mudar  a data para o final de julho acertou diversos objetivos ao mesmo tempo”, comenta Beto Puttini, e enumera algumas vantagens do Fefol, pela primeira vez em 47 anos, não ser no início de agosto e sim no final de julho.

“Primeiro, os grupos não virão mais desfalcados, pois os filhos dos integrantes também virão, pois eles estudam e em agosto não era possível eles estarem presentes, agora, sim, os grupos poderão vir completos e com mais pessoas”, acentua o secretário, acrescentando que “tínhamos de desocupar as escolas da cidade em agosto e, dentro da grade curricular, a nova data para os estudantes será mais interessante e aproveitável”.

O nó da mudança da data está na contabilidade turística de Olímpia em julho: “Em julho do ano passado a minha Secretaria contabilizou a vinda de 90 mil turistas, devidamente catalogados, numa média de 3,8 mil pessoas por noite que não tinham onde ir e nem onde comer na cidade, porque a nossa rede gastronômica é ainda pequena devido à uma demanda dessa natureza, em mês de alta temporada, e agora, esses turistas estando aqui, além de conhecer o nosso Parque Aquático, já que o mês de julho, inverno, em nada interfere, porque as águas são quentes, poderão apreciar o nosso Festival, as danças, a comida típica de cada Estado, as barracas do comércio, enfim, a expectativa para este ano é de 110 mil turistas somente em julho”.

Beto Puttini lembra que os turistas “não vão pagar nada para entrar no Recinto, vão conhecer o melhor Parque Aquático do Brasil, vão ter oportunidade de conhecer toda a cultura brasileira num só local e num evento só, que é o 47° Fefol, vão saborear toda a gastronomia do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, e a oportunidade deles retornarem de nossa cidade com uma imagem mais do que positiva de Olímpia, divulgando ainda mais a nossa cidade e, com certeza, no ano que vem, eles irão se organizar para retornarem no mês de julho, talvez até trazendo mais dois ou três amigos”.

“É isso que precisávamos fazer para o nosso Festival: ter gente, ter público de novo. O mês de agosto ficávamos muito perto da Festa de Peão de Barretos, que nos atrapalhava bastante”, destaca o secretário da Cultura e Turismo.

A antecipação em pouco mais de uma semana da data tradicional favorece, também, a captação de recursos em ano eleitoral (2.012): “E, finalmente, um fator importante que muitos não perguntam, e não sabem, e somente criticam: o ano que vem será ano eleitoral; três meses antes da eleição nós conseguiremos apresentar projetos, em ano eleitoral, sendo em agosto, não conseguimos mais nos últimos três meses, ou seja, até o dia 31 de julho vamos conseguir apresentar projetos em prol do Fefol”.

AS ATRAÇÕES E O PAVILHÃO DO RN
O secretário revela, também, “as mudanças e muitas coisas que resgatamos do passado, estão de volta”, citando como exemplo que, “antigamente não se podia fazer bingo, as entidades assistenciais estavam desmotivadas para trabalharem no Fefol. O ano passado já voltamos com os bingos, resgatamos as entidades e todas que trabalharam, voltarão este ano, já confirmaram as suas presenças, como a Barraca comandada pelo Fundo Social, a do Padre Ivanaldo Mendonça, a Cidade Mirim, enfim elas voltaram a participar, inclusive a barraca da Maçonaria”.

Voltará, também, o Centro Comercial que será montando onde era a área cultural e onde funcionava a antiga barraca da APAE, ao lado da Folclorança, será destinado exclusivamente ao Estado homenageado, o Rio Grande do Norte “que, para se ter uma ideia do tamanho deste Festival”, revela Puttini, “está trazendo quatro carretas com toda a sua culinária, artesanato, os artistas da terra cantando, recitando poemas, enfim, está vindo boa parte da estrutura folclórica daquele Estado no local que se chamará Pavilhão do Rio Grande do Norte”.

Ainda falando sobre o RN, Puttini assinala que “nunca um Estado homenageado trouxe tanta estrutura como está vindo desta vez, inclusive com a expectativa da vinda da governadora do RN, ou seja, um Chefe de Estado presente em nosso Festival, uma vez que o seu Estado é o homenageado do 47° Fefol”.

ARENA COBERTA E O ‘ARMAZÉM DA MÚSICA’
“Outra novidade que o público apreciará será a cobertura de toda a arena principal, o senhor ou a senhora que não ia ao Festival ou não se sentava na arena devido à friagem, desta vez poderá apreciar com comodidade", conta o secretário.

Além disso, o Parque de Diversões também virá com brinquedos novos, inclusive já chegaram três carretas com parte da enorme Montanha Russa que será montada.

Os jovens também terão, após três anos sem essa opção, a antiga boate ao fundo do Festival, desta vez sob o comando do Ki-Bacana Eventos que já montou, inclusive, uma grade de shows para todos os dias do Fefol, que se chamará "Armazém da Música".

“As coisas boas que tinham acabado, trouxemos novamente, e as coisas novas que haviam necessidade foram introduzidas ao Festival, como os dois shows programados : na sexta-feira (22) com o Jair Rodrigues, e na outra sexta (29) com Sá e Guarabira, tudo com entrada franca”, afirma Beto Puttini.

O secretário conclui, dizendo que “temos de resgatar o público ao mesmo tempo mantendo o aspecto cultural. Temos de agradar também ao turista, quanto mais agradá-lo, mais eles virão e deixarão dividendos, trazendo desenvolvimento em todas as áreas, temos até a rede moveleira, que tinha acabado no passado, retorna no presente, tudo devido ao crescimento que a cidade respira, graças também ao turismo. As mudanças foram um grande acerto do prefeito e, com certeza, ele voltará a ter o mesmo glamour do passado”.

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