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46º Festival do Folclore de Olímpia terá grupos inéditos - Festival do Folclore - Olímpia-SP
46º Festival do Folclore de Olímpia terá grupos inéditos
27/07/2010

Entre os 73 grupos folclóricos e parafolclóricos, representando 19 Estados brasileiros, a coordenadora dos Festivais Maria Aparecida de Araújo Manzolli revelou que há alguns inéditos que participarão do 46° Festival de Folclore de Olímpia, que se realiza de 7 a 15 de agosto. E todos folclóricos.

Entre os inéditos, que a coordenadora ainda guarda a sete chaves para não estragar a surpresa da programação, estão o Grupo Folclórico Fandango de Paranaguá (PR); Coco de Roda Xique Xique (AL), e Grupo Mineiro Pau, de Santo Antonio de Pádua (RJ). Entre os não inéditos, virá a Banda de Congo da Serra, de Serra (ES), além do grupo que ilustra o cartaz oficial do Festival, e que representa o Estado homenageado nesta edição, o Paraná, Grupo Parafolclórico Fogança.

O grupo Mineiro Pau, que vem do Estado do Rio de Janeiro

O MINEIRO PAU
O município de Santo Antonio de Pádua (RJ) contou com vários povos para a sua formação. Dentre eles, as comunidades afro-indígenas e imigrantes árabes e italianos. De suas manifestações culturais, nasceu o Mineiro Pau. O histórico do grupo remonta a um tempo de valorização da passagem de conhecimentos de geração a geração.

Contando atualmente com 50 integrantes, o Mineiro Pau de Santo Antonio de Pádua, através de Mestre Nico e seus participantes, vem dando continuidade a este legado que, através de apresentações locais e regionais, mostra danças de pares soltos envolvendo homens, adultos e crianças, sempre em número par, que, com um ou dois bastões, com os quais fazem a marcação dos tempos do compasso musical, executam complicada coreografia enquanto mulheres cantam, os homens batem os bastões de madeira.

No Estado do Rio de Janeiro, a exemplo do Ceará, participam com pequenas encenações, os elementos dramáticos que integram este folclore com boi, a mulinha, o cabeção, as bruxas e o Jaguará O Boi Pintadinho, variante fluminense do Bumba-meu boi. Esses personagens vão sempre a frente dos dançadores para abrir a praça para o povo, fazendo encenações que não chegam a compor um enredo: o Boi sempre guiado pelo toureiro porque quem está embaixo do pano enxerga; o Jaguará, figura fantástica cuja cabeça é feita com queixada de cavalo, investe na meninada assustando a todos com batidas estridentes de suas mandíbulas; a Mulinha troca entre os assistentes para que seu cavaleiro recolha donativos; e os Bastões também chamados paus, são feitos de galhos de árvores resistentes e medem cerca de um metro de comprimento.


Outra atração inédita é o Coco de Roda Xique Xique (AL)


ATIVIDADES DO FESTIVAL
Da programação do 46° Festival de Folclore de Olímpia, a exemplo das edições anteriores, constam, outras atividades, tais como Ciclo de Palestras sobre Folclore, através de renomados folclorólogos, para estudantes e pesquisadores, que tem o objetivo de ampliar o conhecimento sobre esta área. O evento será realizado de 9 a 12 de agosto, das 9h às 11h30. A programação, dia a dia, deverá ser anunciada ainda esta semana.

Haverá, ainda, a 45ª Gincana de Brinquedos Tradicionais Infantis, também de 9 a 12, das 9h às 11h30, na Praça de Atividades Folclóricas "Prof. José Sant´anna". Marca a participação das crianças no Festival, preservando (e revivendo) tradicionais brinquedos infantis que o mundo moderno está deixando para trás, tais como corrida do saco, ovo na colher, perna de pau, amarelinha, pião, papagaio e pipa; rabo o burro, cabo de guerra e muitas outras. As inscrições podem ser feitas até o dia 9 e, depois, diariamente.

Outra atividade lúdica é a Folclorança – uma programação especial de oficinas, em local próprio, com o acompanhamento de professores especializados, os estudantes irão confeccionar e brincar com as peças. Na segunda-feira (9), bolinhas de sabão; na terça (10), cata-vento; na quarta (11), tambor curupira e; finalmente, na quinta (12), de novo o cata-vento. Serão inscritas até 100 crianças por dia. O prazo vence no dia 9.

E, de 9 a 13 de agosto, paralelamente ao Festival propriamente dito, será realizado o 26° Mini-Festival do Folclore, com participação das escolas municipais e dos grupos folclóricos e parafolclóricos presentes. De segunda à quinta (9 a 12), das 14h às 16h. E, na sexta (13), às 15h, com os grupos e oficinas de integrando também o público. Participarão até 200 integrantes por dia, e as inscrições encerram-se no próximo dia 6.

Sem contar que, neste 46° Fefol haverá, ainda, o mini-museu de História e Folclore, onde parte do acervo do museu principal estará no Recinto do Folclore. As grandes barracas principais estão sendo comandadas pelo Fundo Social de Solidariedade e entidades assistenciais, resgatando tradições passadas. Sem contar os campeonatos de truco, malha, bocha; artesanato e culinária tradicionais, desfiles de grupos; apresentações pelas ruas centrais e pontos turísticos e muito mais.

Não é por acaso que Olímpia é reconhecida como `Capital Nacional do Folclore´, nos calendários culturais dos governos estadual e federal.

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