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46º Festival Nacional de Folclore já tem data marcada - Festival do Folclore - Olímpia-SP
46º Festival Nacional de Folclore já tem data marcada
26/08/2009

Fefol de 2010 acontecerá de 7 a 15 de agosto: “preparativos já começaram”, diz coordenadora...


Entre as inovações, Cidinha Manzolli cita o Encontro de Reis "que foi abraçado dentro do festival" ...

"Já Iniciamos a preparação do 46º Festival", anunciou a coordenadora dos Festivais de Folclore de Olímpia, Maria Aparecida de Araújo Manzolli, terça-feira, dia 20 de agosto, dois dias após o encerramento do 45º Festival Nacional de Folclore (Fefol). De acordo com ela, os preparativos para a festa de 2010 já começaram. "Estamos avaliando o que aconteceu neste Fefol, inclusive contando com a participação dos olimpienses para as suas avaliações e, também, o que Olímpia pretende para o próximo festival, pois ele não é meu, ele é do professor Sant'anna, mas hoje eu o considero também dos olimpienses", acrescentou a coordenadora.

Ao fazer um balanço preliminar do 45º Festival, a coordenadora confessou que ele "foi um pouco difícil, por vários aspectos, primeiramente por causa de várias mudanças que foram inseridas e tudo que é novo é uma incógnita, pode dar certo, pode não dar, como eu já disse e repito, a gente tem de ter humildade para errar, corrigir e voltar atrás".


Congos de Oeiras, um dos grupos mais queridos pelos olimpienses...

Entre as inovações, Cidinha Manzolli cita o Encontro de Reis "que foi abraçado dentro do festival" e prossegue afirmando que foi um fim de semana bastante concorrido com o festival de viola. "Recebemos quatro orquestras de viola e violeiros, inserimos a culinária tradicional, o artesanato tradicional, tivemos que lidar com pessoas de varias regiões dos Estados e fizemos dentro do Recinto dos Festivais uma série de reformas, a começar no prédio da Administração, o monumento ao Curupira, a Casa do Caipira, e por aí adiante, foram vários projetos que foram realizados ao mesmo tempo, mas esperamos para que os resultados sejam para criar mais dinâmica ao Festival, para que haja mais experiência".

Por outro lado, a coordenadora assegura que as mudanças ocorridas cumpriram com o seu papel, ou seja, "a retomada para a origem do Fefol conforme era o desejo de seu criador, o professor José Sant'anna".

Cidinha disse que "todo o programa foi, felizmente, cumprido, assim como toda a programação de rua, os seminários com palestras excelentes, recebemos três folcloristas renomados que aqui estiveram por três dias dando palestras". A coordenadora garante que "a população notou uma diferença no desfile, então isso é trabalho, é trabalhoso, então são coisas que demandam tempo, estudos, e mão de obra".

CASA DO CAIPIRA


Casa do Caipira agradou em cheio os visitantes do 45º Fefol...

A coordenadora anunciou ainda que o projeto da Casa do Caipira vai funcionar o ano todo no Recinto. "Se Deus quiser, quando Thermas dos Laranjais voltar com toda a sua força, o Recinto vai ser colocado como mais uma peça de visitação para o turista e a Casa do Caipira vai funcionar com essa alimentação típica. Ali vai ser um resgate também da arquitetura do caipira e como ele vivia, não só da sua comida, a historia, vamos trazer pessoas para contar suas historias e resgatar a partir de Olímpia, vamos contar a história do povo, isso é folclore”

Ao abordar a questão da ausência de barracas de bijuterias, como nas edições anteriores, Cidinha retrucou: "Brincos e pulseiras industrializadas não é folclore, a nossa proposta do artesanato é estarmos trazendo esse tipo de adorno, claro, mas dentro da proposta do artesanato tradicional”.

FOLCLORE E RELIGIÃO
A 45º edição do Festival de Folclore teve um ingrediente inédito: a chegada da Mãe Peregrina em pleno Recinto, com distribuição de lamparinas artesanais para quase dez mil pessoas. E muito se falou que religião não se mistura com folclore.

A coordenadora tem uma resposta para esse questionamento: "Quem pode falar melhor é o Toninho Macedo (presidente da Abaçaí Cultura e Arte). Ele faz a mesma coisa no projeto cultural Revelando São Paulo para unir as pessoas de todos os credos, claro que ela é a Mãe, ela é Católica, mas o chamado é esse, que haja paz e que as pessoas se unam em torno da fé, agora o lado folclórico você sabe que toda a parte religiosa existe a movimentação folclórica por causa do povo, não que necessariamente, vamos dizer assim, a missa ou qualquer outro culto, seja folclórico, mas é considerado uma cultura do povo, agora as pessoas realmente estranharam e a gente vai estar repensando tudo isso, mas a idéia é essa, estava sendo implantada a bandeira da paz e nada mais para ajudar na paz do que a fé".

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