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Evento lança o 46º Festival de Folclore e volta a eleger rainha após três década - Festival do Folclore - Olímpia-SP
Evento lança o 46º Festival de Folclore e volta a eleger rainha após três década
22/07/2010

 


O cartaz oficial do 46º Fefol, que homenageia o Estado do Paraná...

Foram conhecidos na noite de quarta-feira (21) o cartaz e a rainha do 46° Festival do Folclore de Olímpia (Fefol), evento que será realizado de 7 a 15 de agosto, na Praça de Atividades Folclóricas Prof. José Sant´anna, o Recinto de Folclore da cidade. Em entrevista à imprensa, a coordenadora dos Festivais de Olímpia, professora Maria Aparecida de Araújo Manzolli (Cidinha Manzolli) disse que está na expectativa de serem liberados recursos de projetos enviados esta semana à Secretaria de Estado da Cultura, por isso não pode adiantar novidades e nem atrações inéditas. Ela calcula que a festa custará, no mínimo, R$ 600 mil.

O evento foi realizado no Thermas dos Laranjais com a presença da Comissão Executiva do Fefol; prefeito Geninho Zuliani (DEM) e primeira dama Fernanda; e secretário de Cultura, Turismo, Esportes e Lazer, Humberto (Beto) José Puttini. A produção ficou a cargo de André Cruz e Vinicius Rodrigues, que realizaram o concurso Miss Olímpia e Rainha do Rodeo Festival deste ano.

O cartaz homenageia o Estado do Paraná – cada ano, um Estado tem o seu folclore retratado no cartaz do Festival. No próximo ano, até o momento, há o interesse do Rio Grande do Norte em ser destacado, segundo revelou Cidinha Manzolli.

Cidinha disse que sempre houve dificuldade em obter verbas públicas para a cultura popular, não apenas em Olímpia, mas em todo o País, mas está "esperançosa com as aberturas que obteve nas áreas federal e estadual". Ainda na tarde de ontem, ela revelou que "teve um aceno de que, este ano, teremos um recurso melhor, talvez na ordem de R$ 400 mil, mas vai depender da captação nas empresas".


Comissão organizadora ao lado do Prefeito apresentaram o cartaz oficial


O restante seria bancado pelo município. Cerca de 70 grupos estão convidados, representando 19 Estados, e dependem da disponibilidade financeira do evento que, segundo a coordenadora, a decisão sairá nos próximos dias, já que restam duas semanas para o início do Fefol. "A gente chora para fazer Cultura popular neste País", desabafou.

A RAINHA
O concurso de Rainha do Folclore é um resgate dos desfiles parafolclóricos que aconteceram na década de 70, conforme destacou o presidente da comissão executiva Paulo Duarte: "É mais um ingrediente que vem agregar valor ao nosso Festival, como tantos outros que ainda estão por vir, porque este Festival mostra que veio para ficar, consolidando ainda mais Olímpia como capital nacional do Folclore, reconhecido pelo Ministério da Cultura".

Das seis candidatas, cada uma representando uma região brasileira, além de um estabelecimento comercial ou educacional, venceu Jéssica Cruz Heck Vanti (região Sudeste). Ela empatou com Lara Júlia Kitagawa (região Sul), mas, segundo o regulamento, seria vencedora quem tivesse mais idade. Jéssica tem 22 anos e Lara, 15. A faixa foi entregue pela primeira dama Fernanda Mendes Zuliani.

Primeira Dama Fernanda Zuliani coloca a faixa na Rainha do 46º Fefol, Jéssica Vanti

Disputaram também a faixa de Rainha do Folclore 2010: Isabela Tosta Raimundo, 14; Tiene dos Anjos, 15; Gabrielle Hiasmin Pimenta, 13; e, Mariani Cristina Pradine, 18. A organização ficou a cargo do médico Gilson Carlos Miranda, presidente da comissão do Concurso, e também coordenador dos Desfiles do 46° Fefol.

Dos quatro jurados, três vieram de Barretos: Guta Bampa, diretora e coreógrafa do Guta Bampa Ballet e supervisora do grupo de dança da prefeitura de Barretos; Maicon Nascimento, dançarino do Guta Bampa Ballet; José Tiago Jr., gastrônomo do Empórium Gourmet e agente cultural; e, Everton Luiz, designer no Rio de Janeiro.

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NOS DISCURSOS, DIFICULDADES E OTIMISMO
Durante a cerimônia, a coordenadora Cidinha Manzolli classificou o Festival de Folclore de Olímpia como mágico, justificando: "É sempre assim, a gente começa com grande angústia, correndo atrás do secretário, do prefeito, e quando vai chegando perto, ele acontece, ele é mágico".

Ela disse que nasceu em Olímpia como Cidinha Araújo e, depois, Manzolli pelo casamento e, neste momento, emocionou-se porque no último domingo (18) completaria 50 anos de união conjugal se não tivesse ficado viúva. E pediu para que os olimpienses "não deixem o Festival acabar, lutem por ele, ele é nosso, nós vamos passar, mas ele tem de permanecer, e todo olimpiense tem de se orgulhar de viver na capital do Folclore".

Ao destacar o trabalho da primeira dama Fernanda e do prefeito Geninho, trazendo de volta esses valores ao Fefol, o secretário Beto Puttini confessou: "Agora, dentro da Pasta da Cultura, sei o quanto que, no Brasil, estou falando de todo o País, a Cultura está no último, do último, do último plano. Mas, até que temos obtido muitas conquistas, porque fazemos projetos e corremos atrás de recursos, unindo essa comissão que sabe fazer folclore tão bem e nós, administradores públicos, fazendo a nossa parte para dar continuidade ao sonho do professor José Sant´anna".

Fernanda Zuliani disse, por sua vez, que "tudo o que é bonito, que agrega valor, precisamos trazer novamente ao nosso Festival de Folclore". Embora não fosse daquela época, ela relembrou que "na década de 70 a escolha da Rainha era muito popular e representativo, por isso a menina que vencer hoje ela não apenas irá divulgar a beleza da cidade, que é conhecida como Cidade Menina Moça, mas também representará bem o Festival de Folclore, porque ela receberá bem o turista e a população em geral".

Antes de revelar o cartaz do 46° Fefol, o prefeito Geninho Zuliani agradeceu o empenho da comissão organizadora que "há vários meses vem se reunindo e debatendo na busca de novos caminhos, de mais criatividade, de como fazer um Festival de Folclore bonito, diferente, porque cada ano que o Fefol existiu ele trouxe uma expectativa diferente, às vezes inovou, muitas vezes acertou e outras vezes errou, esse é o verdadeiro espírito do nosso Festival".

O prefeito disse que, a exemplo do que ocorre em toda a Nação, onde cada brasileiro "é um técnico de futebol", em Olímpia "cada um se acha o dono do Festival, e aí surgem críticas porque, no fundo, todos querem um evento cada vez melhor".

Geninho enalteceu o trabalho da coordenadora dos Festivais, Cidinha Manzolli: "Ela é a líder nessa área, conviveu e lutou junto com o professor Sant´anna desde o primeiro Festival, por isso não podemos imaginar essa festa sem a sua presença, apesar de todos nós entendermos um pouco de Folclore, mas quem entende mais é ela, somos os seus seguidores e é ela quem nos dá a grande ordem".

Ele ressaltou que, por ser uma festa de portões abertos e de "não ter os atrativos de outras festas, como os grandes shows artísticos, temos dificuldades nos patrocínios, mas o Festival, como disse dona Cidinha, é mágico: de uma hora para a outra, tudo dá certo e o público comparece, prestigia e há o grande congraçamento de mais de 70 grupos de norte a sul na arena".

Entre as novidades desta 46ª edição, o prefeito anunciou que haverá o retorno das grandes barracas centrais do Recinto serem comandadas pelo Fundo Social de Solidariedade e entidades assistenciais, como o Educandário Frei Roque Biscioni e Paróquia São José.

Outra será a inclusão de parte do acervo do Museu de História e Folclore da cidade dentro do Recinto através de um mini museu: "Será uma inovação, assim como foi a Casa do Caipira no ano passado, mostrando a história de Olímpia, do Festival e do Folclore brasileiro".

"A era da preguiça acabou em nossa cidade, estamos trabalhando e muito para recuperar, resgatar a dignidade de morar, de se orgulhar de Olímpia", cutucou o prefeito, referindo-se ao passado recente. Em seguida, foi descerrada a cortina que encobria o cartaz do 46° Fefol e, na sequencia, houve o desfile das seis candidatas à Rainha do Folclore 2010.


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