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Grupo do Pará viaja 2,6 mil quilômetros para vir ao Fefol - Festival do Folclore - Olímpia-SP
Grupo do Pará viaja 2,6 mil quilômetros para vir ao Fefol
11/08/2005

 


Grupo de Carimbó “Os Quentes da Madrugada”, de Santarém Novo-PA
Após dois dias e meio de viagem e cerca de 2,6 mil quilômetros percorridos, o Grupo de Carimbó “Os Quentes da Madrugada”, chegou para se apresentar no 41º Festival do Folclore. Eles partiram de Santarém Novo, no nordeste do Pará.

A principal motivação entre os integrantes do grupo para percorrer uma distancia tão longa é a divulgação e difusão da cultura regional do Pará. “O que nos motiva é mostrar nossa cultura para a região centro-sul do país”, explica Sandro Loureiro, coordenador do grupo. No entanto, o grupo já percorreu distâncias mais longas para apresentar suas danças, costumes e ritmos musicais. No ano passado, “Os Quentes da Madrugada” se apresentaram em São Paulo, em um projeto do Sesc Pinheiros.

Com 61 anos, o batedor de carimbó Raimundo Costa Correa começou a tocar o instrumento regional aos 18 e desde então nunca mais se desvinculou do grupo. “A viagem é cansativa, mas é muito bom se apresentar aqui”, diz. O cantador de carimbó Candido da Costa Dias afirma que a viagem é demorada, mas vale tudo para a divulgação da cultura que tanto aprecia. “Para mim, cantar é uma grande alegria. Vale a pena chegar até aqui”, conta. Adilson Carmo da Costa Santana começou a bater carimbó aos 18 anos e se sente gratificado em poder participar de um Festival como o realizado em Olímpia, onde ocorre uma grande troca de experiências entre os integrantes das diversas manifestações culturais do país. “É maravilhoso”, exalta.

De acordo com o coordenador Sandro Loureiro, o grupo de carimbó é uma fusão da cultura indígena, africana e européia. Os instrumentos são rústicos e confeccionados pelos próprios participantes. O carimbó é feito de uma árvore oca que é própria da região do Pará.

Já o nome “Os Quentes da Madrugada” surgiu devido ao ritmo contagiante do carimbó e pelo fato do calor sentido pelos integrantes ao tomarem uma bebida quente de gengibre, durante apresentações na madrugada.

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